Let’s ‘Talk’…

Estou enfeitiçado pelo álbum ‘Talk’ do Daniel Johns! E digo mais! Seu disco é um dos bons álbuns que ouvi nesses últimos meses! Deixando meu lado fã do cara de lado, eu reforço os comentários que a mídia fez sobre a coragem que ele teve em se reinventar, em se consolidar como artista pop e, juntando vários gêneros musicais, falsetes e eletrônica, ele conseguiu gravar um disco bacana. Em tempo, o seu trabalho solo é de 2015.

Enquanto estive deitado, prestando atenção nas músicas, fui rapidamente conquistado com a Aerial Love. Cantei em pensamento o ‘Ooooh! Ooh! Uooh!’ da By Your Side, senti o peso da Preach mais de uma vez, pedi desculpas para a Cool on Fire (mais abaixo entenderão o pedido de desculpas) e favoritei a Dissolve. Sem falar na Chained, Faithless, New York… É um disco pra apreciar sem pressa e o ‘flowzinho’ dele é gostoso de sentir! Posso até dizer que é um disco bom pra ouvir enquanto você tá namorando, rs.

Eu confesso que por ser fã do Silverchair (leia o post que escrevi sobre a banda clicando aqui), torci o nariz para o disco e para os singles na época do lançamento. Tô acostumado em ver o Daniel no palco com aquela PRS Custom 24, cantando Freak usando aquele vocal gutural foda, sabe? Não foi fácil engolir ele cantando ‘Cool on Fire’ pela primeira vez…

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Foto: Stephen Cooper

Ao longo de sua carreira musical com o Silverchair (Daniel tem 37 anos e fez sucesso com a banda quando tinha 15), Daniel sempre experimentou/acrescentou coisas novas à sua música e isso, na minha opinião de bosta, o coloca como um artista talentoso. Só que mesmo sendo um ótimo álbum, ele não conseguiu separá-lo da imagem de frontman do Silverchair.

Escute o disco e tire suas próprias impressões. Cheers!!

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O tal do amor…

Ahhhh o amor… amor que faz você cometer loucuras, se enfiar em ciladas, dizer coisas absurdas, amor que te tira o sono.

É como uma droga anestésica! O amor cria um escudo contra as coisas que podem te desequilibrar. Tanto que você torce para que dure pra sempre e, assim, não precisará olhar para trás e ver o estrago que fez a si mesmo ou ao caminho percorrido.

O amor pode também te levar a excluir hábitos (bons ou ruins) de sua vida. Quando ele é latejante, intenso, faz com que você também deixe seus amigos emputecidos. Emputecidos por você cometer a burrice de afastá-los da sua vida. Isto é, se afastou é que talvez não eram amigos de verdade (sei que há exagero aqui). A tal da vibe… você vai citar motivos só que os amigos não querem saber dos seus motivos. Amigos querem continuar sendo amigos…

Amor! Vai tomar no seu cu!

Escrevi isso ouvindo ‘New York’ do Daniel Johns