Felipe Massa!!

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Foto: Divulgação

Felipe Massa anunciou, novamente, que irá se aposentar no final da temporada 2017 da Fórmula 1.

Ao todo, se largar nas próximas duas etapas que fecharão a temporada, somará um total de 269 largadas. O brasileiro possui 11 vitórias, 41 pódios, 16 pole positions, 15 voltas mais rápidas em corridas. Sem contar que foi piloto da Ferrari entre os anos de 2006 até 2013 e, em 2008, quase foi campeão mundial. Eu mesmo me lembro de ter levantado de uma cadeira comemorando a conquista que, segundos depois, foi perdida por causa da histórica ultrapassagem de Lewis Hamilton sobre Timo Glock. Doeu…

Em uma era em que pilotos precisam ‘pagar’ para participar do grid, Massa está em sua 15ª temporada na categoria. Não precisou de um caminhão de dinheiro por trás para brigar por resultados. Sofreu também um grave acidente em 2009 na Hungria em seu melhor momento da carreira.

Uma carreira vitoriosa! Infelizmente ou felizmente, sempre haverão os críticos mais ferrenhos com as velhas piadas de sempre. No esporte sempre tem esse tipo de fã… Concordo contigo quando disse que não sabem o que dizem.

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Foto: Divulgação

Da minha parte, fica aqui o breve registro e o meu mais profundo agradecimento, Massa!! E que tenha sucesso em alguma outra categoria; talvez a DTM, a Fórmula E… quem sabe vejo você participando da WEC. Quem sabe!

Valeu mesmo!!

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Let’s ‘Talk’…

Estou enfeitiçado pelo álbum ‘Talk’ do Daniel Johns! E digo mais! Seu disco é um dos bons álbuns que ouvi nesses últimos meses! Deixando meu lado fã do cara de lado, eu reforço os comentários que a mídia fez sobre a coragem que ele teve em se reinventar, em se consolidar como artista pop e, juntando vários gêneros musicais, falsetes e eletrônica, ele conseguiu gravar um disco bacana. Em tempo, o seu trabalho solo é de 2015.

Enquanto estive deitado, prestando atenção nas músicas, fui rapidamente conquistado com a Aerial Love. Cantei em pensamento o ‘Ooooh! Ooh! Uooh!’ da By Your Side, senti o peso da Preach mais de uma vez, pedi desculpas para a Cool on Fire (mais abaixo entenderão o pedido de desculpas) e favoritei a Dissolve. Sem falar na Chained, Faithless, New York… É um disco pra apreciar sem pressa e o ‘flowzinho’ dele é gostoso de sentir! Posso até dizer que é um disco bom pra ouvir enquanto você tá namorando, rs.

Eu confesso que por ser fã do Silverchair (leia o post que escrevi sobre a banda clicando aqui), torci o nariz para o disco e para os singles na época do lançamento. Tô acostumado em ver o Daniel no palco com aquela PRS Custom 24, cantando Freak usando aquele vocal gutural foda, sabe? Não foi fácil engolir ele cantando ‘Cool on Fire’ pela primeira vez…

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Foto: Stephen Cooper

Ao longo de sua carreira musical com o Silverchair (Daniel tem 37 anos e fez sucesso com a banda quando tinha 15), Daniel sempre experimentou/acrescentou coisas novas à sua música e isso, na minha opinião de bosta, o coloca como um artista talentoso. Só que mesmo sendo um ótimo álbum, ele não conseguiu separá-lo da imagem de frontman do Silverchair.

Escute o disco e tire suas próprias impressões. Cheers!!

O tal do amor…

Ahhhh o amor… amor que faz você cometer loucuras, se enfiar em ciladas, dizer coisas absurdas, amor que te tira o sono.

É como uma droga anestésica! O amor cria um escudo contra as coisas que podem te desequilibrar. Tanto que você torce para que dure pra sempre e, assim, não precisará olhar para trás e ver o estrago que fez a si mesmo ou ao caminho percorrido.

O amor pode também te levar a excluir hábitos (bons ou ruins) de sua vida. Quando ele é latejante, intenso, faz com que você também deixe seus amigos emputecidos. Emputecidos por você cometer a burrice de afastá-los da sua vida. Isto é, se afastou é que talvez não eram amigos de verdade (sei que há exagero aqui). A tal da vibe… você vai citar motivos só que os amigos não querem saber dos seus motivos. Amigos querem continuar sendo amigos…

Amor! Vai tomar no seu cu!

Escrevi isso ouvindo ‘New York’ do Daniel Johns

Uniracers

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Pra começar o post, eu acho que poucas pessoas conhecem ou jogaram Uniracers. Esse jogo de Super Nes, que foi lançado no final de 1994 e que fui conhecer em meados de 1995, é um dos jogos que mais aluguei. Dificilmente arriscava alugar um jogo sem ao menos ler algum review em revistas de games da época (nada de internet naquele tempo, jovens) ou ouvir a opinião de alguém que já tinha jogado porém, ao ver a caixa do jogo, vendo aquele monociclo numa pista colorida me transmitindo um ar de ‘corrida maluca’ ou coisa do tipo, resolvi arriscar sabendo que poderia colocar o meu final de semana ‘gamer’ no lixo.

mgqlfrk E não é que depois de escolher o monociclo, colocar meu nome nele e passados 20 minutos de jogatina eu vi que o jogo era bom pra cacete?! O jogo não é ‘lento’ como cheguei a imaginar e o tempo todo você tá ‘queimando o chão’ sem ter que se preocupar em ficar freando o monociclo. Ou você acelera no limite ou não joga, simples assim! E não pense que é só acelerar e seguir a pista que você vai se dar bem! Além da velocidade que o jogo oferece, as pistas ainda mostram alguns tipos de dificuldades como, por exemplo, melado na pista, mudanças repentinas no sentido (direita para esquerda e vice-versa), rampas e outros atalhos. Durante as corridas, você pode usar as rampas para fazer manobras com o monociclo e, em caso de sucesso na execução, o monociclo ganhava mais velocidade ainda!! Pra deixar a parada mais acirrada ainda, dava pra jogar um modo versus. Eu e meu irmão passávamos várias horas tirando vários rachas até cansar.

uniracers_screenshot1Quando você enjoava das corridas, dava pra ficar executando manobras em algumas pistas e cada uma delas oferecia uma pontuação mínima para fechar o desafio (confesso que eu era horrível para fazer pontos em manobras e toda vez chamava meu irmão para passar essas etapas).
O jogo tinha algumas sacadas engraçadas e, algumas delas, era que quando você nomeava um monociclo usando nomes tipo ‘Sonic’, ‘SEGA’, aparecia uma mensagem ‘Not cool enough’. Descobri isso sem querer ao tentar dar o nome de ‘Supersonic’ em uma liga. Além disso, o jogo prega umas peças do tipo câmera lenta e que é apelidade de ‘Hedgehog Speed’ (referenciando um porco-espinho, rs). Outra coisa que eu achei bacana, são os nomes dos monociclos que você enfrenta no modo single. No nível mais fácil, você enfrenta o Bronsen (alusão ao bronze), no nível médio a Sylvia (de cor prata), no nível difícil o Goldwyn (cor dourada) e, no nível fodão (é difícil mesmo), o Anti-uni (cor vermelho escuro, tipo diabão mesmo). Nas corridas contra o Anti-uni, a pista desaparece, os controles invertem e outras trapaças para embananar você.

Enfim!! Os jogadores mais exigentes podem torcer o nariz para Uniracers, rs. Ele é bem básico, sabe? Não tem comandos absurdos, não possui diversos modos de jogo, não tem menu de configurações para ficar alterando isso ou aquilo… Logo no primeiro contato com o jogo, é só escolher o monociclo, a pista e pau! Abaixo, segue o gameplay dele, já no circuito ‘Hunter’, para você tirar as suas impressões. Cheers!!

Silverchair

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Fonte: Internet

Silverchair é uma banda que vou carregar comigo por toda minha vida com muito carinho!!
Além de estar no top 3 das minhas bandas preferidas (você que me conhece, arriscaria dizer quais são as outras duas?), muitas coisas bacanas que vivenciei foi ao som de Silverchair.

Foi em 1995 que ouvi pela primeira vez o som da banda e confesso que achei uma bosta! Meu irmão que curtia os clipes quando passavam na MTV, época que o canal era megafoda, e a gente assistia o que dava num TV de 14 polegadas com Bombril na antena. Eu escutava, de tabela, metendo o pau na banda até ele ganhar de nossa mãe o CD do álbum Frogstomp. Foi aí que parei pra escutar com mais atenção pois só conhecia a Tomorrow e me rendi de vez ao som dos caras, principalmente após ouvir a Pure Massacre. Gostei do estilo das guitarras não terem tanto efeito e nem liguei pelo fato do som ter uma pegada grunge. O grunge me faz lembrar de Nirvana e eu não gosto nem um pouco de Nirvana…

No final de 1999, pedi de amigo secreto o álbum Neon Balroom!! Lembro que nessa época os sons Ana’s Song (open fire) e Miss You Love estavam presentes diariamente no Top Mix, um programa de rádi677-1to da Mix FM (que hoje é moh bosta). Até hoje acho a capa do single Ana’s Song uma das mais bacanas que eu já vi e você pode vê-la aí do lado do texto!! Nele eu descobri um som que acho muito foda pra potencializar a vontade de quebrar tudo: Wasted/Fix Me, cover de uma banda chamada Black Flag.
Acho que o álbum é, disparadamente, o mais famoso da banda aqui no Brasil e tem a minha música preferida do Silverchair, a Paint Pastel Princess. Nesse tempo eu ouvia a banda com os amigos jogando truco no portão e passava boa parte do tempo ligando no disk amizade 145. A musicalidade da banda deu uma mudada significativa se compararmos este álbum com os anteriores. Vieram os pianos e a barulheira característica deu uma sossegada, basta ouvir sons tipo Steam Will Rise, Miss You Love, Point of View… Ainda sim, pelo menos pra mim, a banda manteve o alto nível.

Como tinha os dois discos, faltava completar a coleção (naquele tempo, claro) e acabei comprando o CD Freak Show, o segundo da banda. Não tinha ouvido músicas como Petrol & Chlorine, Pop Songs For Us Rejects, Nobody Came mas conhecia  Freak, Abuse Me e The Door, que são as mais populares do disco. Nessa época, eu já arriscava uns acordes no violão e tocava algumas músicas da banda com o Erick, um amigo longa data. Ouvir qualquer versão ao vivo da The Door era uma puta vitória na vida!! Em 2000 conheci o The Best Of: Vol. 1, CD duplo pra alegria da galera tendo o disco 2 cheio de B-Sides. Eu ainda ligava nos ‘disk amizade’ da vida, tentava tocar o som Untitled e já estava com menos tempo livre pois adquiri um hábito  que faz parte da minha vida até hoje: trabalhar…

Silverchair… meu irmão me fez gostar de Silverchair e eu fiz os amigos gostarem de Silverchair, fiz meu primo gostar de Silverchair. Comprei o álbum Diorama na pré-venda e só recebi o CD meses depois, já achando que não receberia mais o produto pago com o suor do meu trabalho, rs. Lembro que entregaram num sábado de manhã e, quando entregaram, eu nem lembrava mais que tinha comprado o disco. O segundo melhor disco da banda depois do Frogstomp!! Ao ouvir  Across The Night e Luv Your Life, percebi que alguns sons receberam uma pitada de ‘orquestra’, sabe? É disparado o álbum mais bem trabalhado da banda. Tem um B-Side chamado Ramble que, pra mim, deveria ter saído no Diorama junto com a música Hollywood. Na turnê desse disco, Daniel Johns estava no auge da sua habilidade vocal apesar de sempre ter tido uma puta voz. Lembro que naquele tempo eu já era consumido pelo trabalho e torcia para os finais de semana passarem lentamente…

Até o último disco da banda, o Young Modern, a banda ficou 4 anos sem gravar… porém sempre continuei ouvindo Silverchair de uma forma incansável. Saiu até um DVD e CD duplos, ao vivo, chamado Live From Faraway Stables. Até hoje não comprei esse pois o preço dele é um absurdo de caro além de não ter sido lançado aqui no Brasil e, pra variar, até hoje eu o escuto repetidas vezes. Voltando ao Young Modern, o disco é o mais fraco dos 4. A banda sempre experimentou coisas novas e isso é notado de disco pra disco o que, por um lado, é algo positivo na minha opinião. A banda nunca se manteve fixa a um determinado estilo musical. Porém, apesar de ter sons bacanas como Reflections of a Sound, Those Thieving Birds (part 1)/Strange Behaviour/Those Thieving Birds (part 2) e Straight Lines, o disco não empolga. Tá bom, vai! Tem um som que saiu no single da música Straight Lines chamada English Garden. Esse som eu acho muito, muito, muito bom!! Me pareceu que a banda não tinha dado o carinho necessário na hora da criação das músicas. Eu não comprei esse álbum e, apesar de escutar vez e outra, não me deixa com vontade de fazer um Air Guitar.

A banda entrou num hiato indeterminado em 25/05/2011 e eu fiquei incomodado com isso. Fiquei uns 4 dias ouvindo Silverchair e lembrando das diversas coisas que fiz enquanto ouvia a banda. Sinceramente? Eu preferiria que eles não voltassem com a banda pois assim como muita coisa na vida, essa foi boa enquanto durou…

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Foto: Myrna Suarez|Getty Images

As correntes do WhatsApp…

 

Esses dias li uma corrente de WhatsApp diferente (pelo menos pra mim).

Enquanto uns mandam as correntes pornográficas e outros mandam aquelas que, se você não passar para mil pessoas, você morrerá, li uma a qual o foco era pedir para Deus para que chova em algum lugar do Ceará.

Fiquei pensando uns segundos… sobre a fé das pessoas, seus anseios, os recursos que utilizam para atingir algum objetivo, uma graça. E depois me peguei desejando para que chova logo nesse lugar do Ceará e para que essas pessoas fiquem bem. Estando bem, gastarão sua disposição para prosperar mais e mais.